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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

ANGELOLOGIA E A TEOFANIA NAS ESCRITURAS SAGRADAS

O Anjo do Senhor

“Um estudo de Teofanias nas Escrituras”

O Anjo do Senhor (lit. JEOVÁ) que aparece em diversas passagens do Novo Testamento é comparado com, e no entanto diferenciado, de JEOVÁ. A passagem que melhor descreve esta relação encontra-se em Isaías 63:8-9, onde Deus é chamado de Salvador de Israel, mas é o Anjo da Sua presença que salva Israel. Este Anjo de Deus é geralmente visto pelos primeiros pais da Igreja como o Logos ou a Palavra de Deus (João 1:1), aquele que declarou Deus e cuja glória nós vimos (João 1:14,18; cf João 12:45; 14:9; II Coríntios 4:4-6; Colossenses 1:15; 2:9; Hebreus1:3). Veja-se E. W. Hengstenberg, Cristologia do Velho Testamento, pp. 80-91, 1279-1312 para uma discussão profunda do assunto. Segue uma lista de versículos onde este Anjo/Logos aparece:

DICAS PARA FAZER MISSÕES NUMA IGREJA LOCAL

Confira algumas idéias para mobilizar sua igreja a investir em missões


Horto Missionário

Adequando à temática ambiental da Campanha, propomos a realização de um bazar de plantas. Junte um grupo de irmãos para a coleta de doações de mudas de árvores frutíferas e plantas ornamentais a fim de que, aos domingos, após o culto, elas sejam utilizadas para a arrecadação de ofertas pró-missões. Lembre-se de que um bom bazar disponibiliza não apenas os produtos, mas informações sobreeles, tais como: nome da espécie e dicas de como cuidar.

A Parábola dos Talentos


Durante o momento de promoção missionária, convoque os líderes de sua igreja para irem à frente e dê uma certa quantia em dinheiro para cada um deles. Peça aos líderes que utilizem a criatividade para multiplicarem essa quantia, realizando atividades específicas a fim de que consigam, pelo menos, dobrar o que foi recebido.

COMO ESTUDAR A BÍBLIA


Método Indutivo de Estudo da Bíblia

Caso haja um desejo intrinsíco do leitor para entender a Palavra de Deus por si mesmo, analisando-a dentro de suas próprias possibilidades hermenêuticas, se habita o sentimento de fazer algo mais além de simplesmente ler a Bíblia ano após ano e supostamente interpretá-la de acordo com os comentários de outras pensadores... Este é o método certo para o trabalhador intelectual.


O método indutivo de estudo da Bíblia é o único do gênero. Este método foi concebido para que o leitor tenha uma interação profunda com a Palavra de Deus. Com o método indutivo, você mesmo será o autor das notas de estudo.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

SERÁ QUE HÁ ALGO DE PROVEITOSO NO NATAL DE HOJE?


O Natal Cristão - Mateus 2: 1-12 - - Que é mesmo o Natal?


Festas, presentes, compras, viagens,  encontros familiares? O cristão deve ter em mente que o Natal  tem um sentido não apenas humano, mas profundamente espiritual. É o que podemos aprender a partir do registro feito por Mateus sobre o nascimento de Jesus.
 Estamos no mês natalino. Apesar de não ser a data correta, pois não se sabe ao certo em que dia o Senhor Jesus nasceu, até porque não há uma data específica registrada na Bíblia, o dia 25 de dezembro, tradicionalmente, é considerado o dia do seu nascimento.
Por isso, é um dia comemorado e festejado por todos. PARA muitos, Natal é um dia especial em que pessoas viajam PARA rever parentes e amigos. Para outros, Natal é promover festas, é uma oportunidade para se deixar extravasar os desejos da carne. Para uma criança, é uma data desejada e esperada com muita ansiedade para se ganhar presentes.
Talvez, para muitos, o Natal seja um momento do ano em que as famílias se reúnem para se alegrar e agradecer a Deus por mais um ano que se passou. Para os empresários e comerciantes, é um dos eventos festivos do ano que abre o maior espaço para vendas em todos os aspectos.
Na verdade, o Natal que a humanidade comemora tem pouco a ver com o nascimento de Jesus. Biblicamente, Ele nasceu um dia em Belém da Judeia. Seu nascimento foi singular, simples e humilde. Em Belém nasceu Jesus, a parte humana, a carne do verbo, as vestimentas de carne e ossos com as quais o verbo se cobriu para que pudéssemos ver a sua glória, Jo 1: 1-3.
E para o cristão, o que é mesmo Natal? Festas, presentes, compras, viagens, encontros familiares, etc. O cristão deve ter em mente que Natal para ele tem um sentido profundamente espiritual, e não apenas um sentido humano. Vejamos, então, o que podemos aprender a respeito do Natal cristão, a partir do registro feito por Mateus sobre o nascimento de Jesus, em Mt 2: 1-1?

Aprenda Mais Sobre A Doutrina dos Anjos na Bíblia

Angelologia



Conceito:

A doutrina que estuda os anjos denomina-se “angelologia”. Deriva-se do grego “angelos” (anjo = mensageiro) + “logos” = ensino, estudo, doutrina. Essa matéria discorre sobre a natureza, sua organização e seu serviço.

A natureza dos anjos:

Apesar de muitos negarem a criação dos anjos, essa doutrina é ensinada com clareza na bíblia. (salmos 148:2,5, colossenses 1:16, i reis 22:19, salmos 103:20,21). Deve-se ter cuidado para não confundir a criação do exército dos céus (astros e estrelas) com a criação dos anjos, conforme gênesis 2:1, salmos 33:6, neemias 9:6.

A ocasião em que foram criados não pode ser fixada definidamente. Alguns a colocam como sendo antes da criação de outras coisas, baseados em jó. 38:7, mas pelo que entendemos das escrituras, nada precedeu a criação dos céus e da terra. (gênesis 1:1). Outros afirmam que os anjos foram criados no primeiro dia, como parte da criação dos céus, o que também não pode ser comprovado. A única afirmação segura é que foram criados antes do sétimo dia. (gênesis 2:1, êxodo 20:11, jó 38:7, neemias 9:6)

COMO PUBLICAR UM LIVRO

Você pode publicar um livro

Você escreveu um livro e quer publicá-lo de forma independente? João Lobato ensina as etapas a serem seguidas:
1 Reflita sobre o seu objetivo em publicar. Isso ajudará a definir todo o plano de produção e distribuição da obra.
2 Providencie a revisão do texto e a edição do livro. Se o orçamento permitir, o ideal é delegar esta etapa a especialistas.
3 Registre os direitos autorais de sua obra na Biblioteca Nacional (www.bn.br). Mas planeje-se, porque esta etapa poderá levar até três meses para ser concluída.
4 Hora de diagramar seu livro com um designer gráfico. Concluída essa etapa, você já saberá quantas páginas ele terá.
Solicite o ISBN (Sistema Internacional de Identificação de Livros) e o código de barras à Biblioteca Nacional. Custa baratinho.
Tudo pronto para imprimir. Normalmente o arquivo de texto deve estar em PDF e a capa em Corel ou Illustrator, mas isso pode variar em cada gráfica.
7 Respire fundo e comece o árduo, mas recompensador, processo de distribuição e divulgação do seu livro.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

TA NA BÍBLIA - SAIBA MAIS SOBRE AS CIDADES DE SODOMA E GOMORRA

Sodoma e Gomorra
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sodoma e Gomorra (do hebraico סְדוֹם Sodom e עֲמוֹרָה Amorah ) são, de acordo com a Bíblia judaica, duas cidades que teriam sido destruídas por Deus com fogo e enxofre descido do céu. Segundo o relato bíblico, as cidades e os seus habitantes foram destruídos por Deus devido a prática de actos imorais. Entretanto, arquelogistas nunca encontraram nenhuma evidência significativa da existência de Sodoma e Gomorra.
A expressão "Sodoma e Gomorra" se aplica, por extensão, às cinco cidades-estado do Vale de Sidim, no Mar Salgado ou Mar Morto. Eram elas: Sodoma, Gomorra, Admá, Zebolim e Bela (também é chamada de Zoar ).
O Vale de Sidim ("Vale dos Campos") era descrito como um lugar paradisíaco. Ocupava uma área aproximadamente circular no vale inferior do Mar Salgado, atualmente submerso pelas suas águas salgadas. A região é chamada em hebraico de Kikkár que significa "bacia". A pequena península na margem oriental do Mar Salgado, é chamada em árabe de El-Lisan que significa "a língua". Desde a península de El-Lisan ao extremo sul, se estenderia o Vale de Sidim. O seu fundo registra uma profundidade de 15 a 20 metros, enquanto para norte da península, o fundo desce rapidamente para uma profundidade de 400 metros.

Vale de Sidim, a Sul de "El-Lisan", Mar Morto
Após o retorno de Abraão do Egipto, o relato bíblico menciona que os habitantes de Sodoma eram grandes pecadores contra Deus. Porém, isso não impediu uma coexistência pacífica entre os habitantes de Sodoma com o patriarca Abraão, e com o seu sobrinho, Ló.
Alguns escritos judaicos clássicos enfatizam os aspectos de crueldade e falta de hospitalidade com forasteiros. Uma tradição rabínica, exposta na Mishnah, afirma que os pecados de Sodoma estavam relacionados à ganância e ao apego excessivo à propriedade, e que são interpretados como sinais de falta de compaixão. Alguns textos rabínicos acusam os sodomitas de serem blasfemos e sanguinários.
Outra tradição rabínica indica que Sodoma e Gomorra tratavam os visitantes de forma sádica. Um dos crimes cometidos contra os forasteiros é quase idêntico ao de Procusto, na mitologia grega, dizendo respeito à "cama de Sodoma" (midat sodom), na qual todos visitantes eram obrigados a dormir. Se os hóspedes fossem mais altos, eram amputados, se eram mais baixos, eram esticados até atingirem o comprimento da cama.

A Destruição das Cidades[editar | editar código-fonte]
Segundo o livro de Gênesis, dois anjos de Deus dizem a Abraão que "o clamor de Sodoma e Gomorra se têm multiplicado, e porquanto o seu pecado se têm agravado muito". Abraão então intercede consecutivas vezes pelo povo sodomita, e Deus ao final lhe responde que, se houvesse em Sodoma dez justos na cidade, ela não seria destruída.
Nesse mesmo dia, os dois anjos que visitaram Abraão descem à cidade e são hospedados na casa de Ló. Antes de se deitarem, os homens da cidade cercaram a casa de Ló para terem relações sexuais com seus dois hóspedes. Ló então sai na defesa dos anjos, oferecendo suas filhas virgens para saciar o desejo da multidão.
Ferindo com cegueira os homens que estavam junto á porta da casa de Ló, os anjos retiram o patriarca e sua família da cidade e lhes dá a ordem de seguirem sempre em direção das montanhas sem olharem para trás. A mulher de ló desobedeceu a ordem dada pelos anjos e olhou para trás e foi transformada em estatua de sal. Então, de acordo com Gênesis, inicia-se a destruição de Sodoma e de toda a planície daquela região.
Em 2008 o "Planisfério" descoberto por Henry Layard em meados do século XIX, foi analisado pelos pesquisadores Alan Bond, da empresa Reaction Engines e Mark Hempsell, da Universidade de Bristol, e eles descobriram que a placa foi escrita por um astrônomo sumério onde os relatos datavam da noite do dia 29 de junho de 3123 a.C. no calendário Juliano.
Os pesquisadores afirmam que metade da placa contém informações sobre posições planetárias e de nuvens e a outra metade é uma observação de um asteroide com dimensões maiores de 1 quilômetro.
Segundo Mark Hempsell, de acordo com o tamanho e rota descritos, há a possibilidade deste asteroide ter se chocado contra os Alpes austríacos, região de Köfels. Não houve cratera que pudesse evidenciar explosão, pelo fato deste ter voado próximo ao chão, deixando um rastro de destruição causados pela onda supersônica. Seu rastro teria gerado uma bola de fogo com temperaturas próximas a 400°C, e devastado aproximadamente uma área de 1 milhão de quilômetros quadrados.
Hempsell sugere que a nuvem de fumaça consequente da explosão do asteroide atingiu o monte Sinai, algumas regiões do oriente médio e o norte do Egito, vitimando diversas pessoas. A escala de devastação se assemelha com o relatado no antigo testamento na destruição das cidades de Sodoma e Gomorra.

Fonte:

MAIS INFORMAÇÕES


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Cristão x Halloween - Crentes devem festejar o Halloween ou não?


Os Cristãos devem celebrar o Halloween (Dia das Bruxas)?
 O Halloween é uma festa comemorada no dia 31 de outubro, véspera do Dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte nos países ocidentais, sendo mais forte nos Estados Unidos, para onde foi levada por imigrantes irlandeses em meados do século XIX. Na valorização da cultura americana, especialmente nas escolas de inglês e nos filmes de Hollywood, essa festa tem se espalhado pelo mundo.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

VEJA AULA COM GILDELÂNIO - TRECHINHOS

ALGUMA VIDEOS-AULA DO PROF. GILDELANIO


TRECHINHO DA JUVEP - LIDERANÇA CRITÃ





TRECHINHO DO STEC - ANTROPOLOGIA CULTURAL E MISSÕES


SE VOCÊ TEM AZIA TEM QUE LER ISSO

Azia Constante - Tratamento
A azia não é uma doença propriamente dita e sim um sintoma que pode aparecer como uma queixa isolada e eventual que ocorre com muita frequência quando abusamos de alguns tipos de bebidas ou alimentos. Quando a azia é constante ela pode ser sintoma de algumas doenças do aparelho digestivo.

A azia é um sintoma proveniente do esôfago e em alguns casos do estômago. A azia é sentida como uma queimação ou ardência que ocorre desde a região denominada epigástrio “boca do estômago” passando pelo região retroesternal “osso no meio do peito”, região anterior do pescoço até a garganta.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Oráculos Contra Tiro - zequiel 26

Interpretação de Ezequiel 26


Oráculos Contra Tiro. 26:1 – 28:19.

Com referência a outras maldições, veja Is. 23; João 3:4-8; Amós 1:9, 10; Zc. 9:3, 4.
A antiguidade de Tiro se atesta através de Heródoto (ü, 44) e as Cartas de Amarna (cons. Pritchard, ANET, 484). Forçados a sair da Palestina e Síria no décimo terceiro e décimosegundo séculos, os fenícios voltaram suas energias para o lado do mar e vieram a ser os maiores marinheiros e comerciantes de todos os tempos, em relação ao mundo conhecido (cons. Albright, “The Role of the Canaanites in the History of Civilization”, em The Bible and the Ancient Near East, ed. por G. E. Wright, págs. 328.362, esp. págs. 328, 335, 340 e segs.). Rirão I, rei de Tiro (969.936), fez pactos com Davi e Salomão (II Sm. 5:11; I Reis 5:1-18; 9:10-14, 26, 27). Jezabel, a rainha consorte de Acabe e filha de Etbaal (Ittobaal 1, 887-856), rei dos sidônios, introduziu o culto a Baal Melcarte de Tiro, senhor do inferno, da tempestade e da fertilidade, em Israel (I Reis 16:31; 18).

CIBELE - Conheça uma das entidades idolatradas na época da igreja primitiva

Cibele, A Deusa- Mãe

Cibele, inicialmente cultuada em Anatólia, no Hatti, pelos frígios, foi venerada como A Deusa-Mãe, a mãe de todos os deuses ou adeusa primordial. Sófocles, a chamou de "A Mãe de Tudo"." 
Também conhecida como Deusa dos mortos, da fertilidade, da vida selvagem, da agricultura, da Caçada Mística e, principalmente, do poder de fertilidade da natureza, seu culto começou na Ásia Menor e espalhou-se por diversos territórios gregos, mantendo a popularidade até os romanos, que lhe edificaram um templo no Palatino, tendo, para isso, mandado vir de Pessinunte, em 240 a.C., uma pedra negra que a simbolizava. 

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O HELENISMO E A CULTURA DO IMPÉRIO DE ALEXANDRE MAGNO

O HELENISMO

O período helenístico iniciou-se em 323 a.C e se desenvolveu até 30 a.C. Era a concretização de um objetivo de Alexandre “o grande” que visava difundir a cultura grega em territórios conquistados. Seus reinos foram incorporados ao que futuramente seria o Império Romano.
A ciência helenística obteve grande desenvolvimento. Na medicina, Erasístrato iniciou a fisiologia destacando os vasos sanguíneos e a circulação sanguínea. Na arte, somente os ricos e os soberanos podiam apreciá-la. Apresentava formas orientais onde evidenciavam o patético e o teatral juntamente com o idealismo clássico.
A literatura helenística apresentava muitas obras, mas infelizmente foram perdidas restando apenas alguns de seus fragmentos.

ANTECEDENTES

A Grécia viveu seu momento de maior esplendor cultural no século V a.C., particularmente a cidade de Atenas. Foi o Século de Ouro ou Século de Péricles. Época de apogeu da democracia, a cidade combinou guerra e desenvolvimento. Contraditoriamente esse século foi marcado por inúmeras guerras, que viram nascer e ruir o imperialismo de Atenas, Esparta e Tebas sucessivamente, esse último já no século IV a.C.
As constantes guerras que envolveram as cidades gregas foram responsáveis por grande mortalidade, gastos e destruição, enfraquecendo o "mundo grego" e conseqüentemente, facilitando as invasões estrangeiras. A conquista do território grego pelos macedônios combinou a decadência grega e a ascensão do Reino de Felipe II
A história não dá importância para o Reino da Macedônia. Formado a partir do século VIII a.C. ocupou principalmente as regiões de planícies ao norte da Grécia, vivendo principalmente da agricultura e pastoreio, uma vez que o controle ateniense das regiões costeiras forçou os governantes macedônios a se concentrarem na unificação dos planaltos e planícies da Macedônia, tarefa completada por Amintas III, que reinou de 389 a 369 a.C. os dez anos seguintes foram marcados por crises internas, com a rebelião da nobreza territorial contra o poder central.
Em 359 a.C., Filipe II sucedeu a Perdicas III no trono macedônio. Depois de restabelecer e até ampliar as fronteiras do país, consolidou-as mediante o estabelecimento de colônias e apoderou-se da região mineira de Pangeu, onde conseguiu o ouro necessário para cunhar sua própria moeda. Dessa maneira atraiu a nobreza e ao mesmo tempo organizou uma poderosa estrutura militar, responsável pela conquista dos territórios gregos, com a vitória na Batalha de Queronéia em 338 a.C. Felipe II foi assassinado no ano seguinte e o sucedeu seu filho, Alexandre III.

ASPECTOS DA CULTURA HELENÍSTICA

Alexandria, no Egito, com 500.000 habitantes, tornou-se a metrópole da civilização helenística. Foi um importante centro das artes e das letras, e a própria literatura grega tem uma fase chamada "alexandrina". Lá existiram as mais importantes instituições culturais da civilização helenística: o Museu, espécie de universidade de sábios, dotado de jardim botânico, zoológico e observatório astronômico; e a biblioteca, com 200.000 volumes, salas de copistas e oficinas para preparo do papiro.
Do ponto de vista cultural, o período compreendido entre 280 e 160 a.C. foi excepcional. Tiveram grande desenvolvimento a história, com Políbio; a matemática e a física, com Euclides, Eratóstenes e Arquimedes; a astronomia, com Aristarco, Hiparco, Seleuco e Heráclides; a geografia, com Posidônio; a medicina, com Herófilo e Erasístrato; e a gramática, com Dionísio Trácio. Na literatura, surgiu um poeta extraordinário, Teócrito, cujas poesias idílicas e bucólicas exerceram grande influência. O pensamento filosófico evoluiu para o individualismo moralista de epicuristas e estóicos, e as artes legaram à posteridade algumas das obras-primas da antigüidade, como a Vênus de Milo, a Vitória de Samotrácia e o grupo do Laoconte. À medida que o cristianismo avançava, a civilização helenística passou a representar o espírito pagão que resistia à nova religião. O espírito grego não desapareceu com a vitória dos valores cristãos; seria, doze séculos depois, uma das linhas de força do Renascimento.

O PERÍODO HELENÍSTICO

O periodo helenistico (do grego, hellenizein – "falar grego", "viver como os gregos") aconteceu no periodo da história da Grecia e da parte do Oriente Médio copreendido entre a morte de Alexandre o Grande em 323 a.C e a anexação da península grega e ilhas por Roma em 147 a.C.. Caracterizou-se pela difusão da civilização grega numa vasta área que se estendia do mar Mediterrâneo oriental à Ásia Central. De modo geral, o helenismo foi a concretização de um ideal de Alexandre: o de levar e difundir a cultura grega aos territórios que conquistava. Foi naquele período que as ciências particulares tiveram seu primeiro e grande desenvolvimento. Foi o tempo de Euclides e Arquimedes. O helenismo marcou um período de transição para o domínio e apogeu de Roma.
O período helenístico é caracterizada principalmente por uma ascensão da ciência e do conhecimento. A cultura essencialmente grega se torna dominante nas três grandes esferas atingidas pelo Helenismo, a Macedônia, a Síria e o Egito. Mais tarde, com a expansão de Roma, cada um desses reinos será absorvido pela nova potência romana, dando espaço ao que historicamente se demarca como o final da Antiguidade. Antes disso, porém, os próprios romanos foram dominados pelos gregos, submetidos ao Helenismo, daí a cultura grega ser depois perpetuada pelo Império Romano.
Agora não havia mais limites entre os diferentes territórios, as diversas culturas e religiões. Antigamente cada povo cultuava seus próprios deuses, mas com a difusão da cultura grega tudo se transforma em um grande caldeirão sincrético, no qual misturam-se as mais variadas visões religiosas, filosóficas e científicas. Alexandria era o grande centro da cultura helenística, especialmente no campo das artes e da literatura.
Entre os alexandrinos floresceram as mais significativas edificações culturais deste período – o Museu, que englobava o Jardim Botânico, o Zoológico e o Observatório Astronômico; e a famosa biblioteca de Alexandria, que abrigava pelo menos 200.000 livros, salas nas quais os copistas trabalhavam ativamente e oficinas direcionadas para a confecção de papiros. Outro núcleo cultural importante foi o de Antioquia, capital da Síria, localizado próximo à foz do rio Orontes, em pleno Mediterrâneo.
A era helenística conheceu o incrível progresso da história, com destaque para Polibius; a ascensão da matemática e da física, campos nos quais surgem Euclides e Arquimedes; o desenvolvimento da astronomia, da medicina, da geografia e da gramática. A literatura conhece o apogeu com o poeta Teocritus, que prepondera especialmente na poesia idílica e bucólica.
Na filosofia despontaram quatro correntes filosóficas voltadas para a descoberta da fórmula da felicidade: os cínicos, que cultivavam a idéia de que ser feliz dependia de se liberar das coisas transitórias, até mesmo das inquietações com a saúde; os estóicos e os epicuristas, que acreditavam em um individualismo moral; e o neoplatonismo, movimento mais significativo desta época, inspirado pelos pré-socráticos Demócrito e Heráclito.
Nas artes sobressaíram alguns clássicos da Era Antiga, como a Vênus de Milo, Vitória de Samotrácia e o grupo do Laocoonte. Religiosamente pode-se dizer que o Helenismo era a contraposição pagã à nova religião que dominaria o cenário histórico a partir da preponderância de Roma, o Cristianismo.

CONCLUSÃO

Morto aos 33 anos, Alexandre não deixou um herdeiro direto para o trono macedônio. Isso favoreceu a disputa entre os principais generais que lideravam os exércitos do Império Alexandrino. Ao final da disputa, os territórios acabaram sendo divididos entre os generais Antígono, Ptolomeu e Seleuco. O processo de desintegração enfraqueceu militarmente esses novos reinos, que acabaram conquistados, nos século II e I a.C., pelos romanos.

FONTE:
MAIS

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

ULTIMAS NOTICIAS DA BBOM ANTIGA


STJ questiona processo contra BBom


Juiz responsável pelo caso não poderia ter bloqueado bens da empresa acusada de ser pirâmide, alega ministro

BBom, acusada de ser uma pirâmide financeira, obteve no Superior Tribunal de Justiça (STJ) uma liberação parcial e provisória de bens bloqueados em agosto de 2013. Os pedidos do grupo foram atendidos pelo ministro Marco Auréilo Bellizze, que também questionou o processo criminal que empresa enfrenta em São Paulo. A decisão foi publicada no Diário de Justiça eletrônico nesta terça-feira (6).
Trata-se da segunda vitória da empresa. Em novembro, o grupo conseguiu uma liberação parcial e provisória de suas atividades contra um bloqueio determinado em julho de 2013 pela 6ª Vara Federal de Goiás.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

TREINAMENTO PARA DIÁCONOS EM BAYEUX - PB

CURSO RÁPIDO PARA DIÁCONOS E CANDIDATOS AO MINISTÉRIO



segunda-feira, 29 de setembro de 2014

SO PARA OS ESCOLHIDOS


DEUS ESCOLHEU VOCÊ
A DIVINA ELEIÇÃO E REPROVAÇÃO

1. Todos os homens pecaram em Adão, estão debaixo da maldição de Deus e são condenados à morte eterna. Por isso Deus não teria feito injustiça a ninguém se Ele tivesse resolvido deixar toda a raça humana no pecado e sob a maldição e condená-la por causa do seu pecado, de acordo com estas palavras do apóstolo: "... para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus... pois todos pecaram e carecem da glória de Deus...", e:"...o salário do pecado é a morte..." (Rom. 3:19,23; 6:23).
2. Mas "Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo...", "...para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (I Jo 4:9; Jo 3:16).

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

UMA BREVE BIOGRAFIA SOBRE O REFORMADOR ULRICO ZWINGLIO

OS GRANDES PERSONAGENS DO PROTESTANTISMOZwinglio o Exegeta (1484-1531)

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"O cristão nada mais é que um cidadão fiel e bom  e a cidade cristã nada mais é que a Igreja cristã."
            
Quando falamos sobre a Reforma Religiosa e/ou Reforma Protestante que ocorreu no século XVI, um trio de personagens se sobressai: Lutero, Calvino e Zwinglio.[1] Entretanto, se os dois primeiros são conhecidos por suas obras teológicas e exegéticas, Ulrico Zwinglio[2](1484-1531) ficou caracterizado apenas por suas realizações eclesiásticas e seus esforços políticos para levara adiante o movimento reformatório nos Cantões Suíço.[3] O seu pensamento teológico e suas obras exegéticas foram praticamente ignoradas, como se fossem de valor menor do que seus dois contemporâneos mais vistosos. Todavia, suas contribuições nestas duas preciosas áreas do conhecimento teológico-exegético foram e continuam sendo de grande valia para uma compreensão mais ampla do movimento reformado, cujas ondas sísmicas ainda se fazem sentir nos dias atuais.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

o Bullying e seus mistérios


Aprendendo sobre o Bullying

 Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

VOCÊ ENTENDEU MESMO A LEI DA PALMADA

Entenda a Lei da Palmada, aprovada pela Câmara dos Deputados

A Lei da Palmada, aprovada pela Câmara dos Deputados, muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e proíbe a aplicação de castigos físicos a crianças e adolescentes. O texto veda o "uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto".
Segundo o projeto de lei, o Conselho Tutelar, "sem prejuízo de outras providências legais", deverá aplicar as seguintes medidas aos pais ou responsáveis que aplicarem castigos físicos a menores:

FÉ CRISTÃ E A Confissão de Fé de Westminster


Confissão de Fé de Westminster


CAPÍTULO I
DA ESCRITURA SAGRADA 
I. Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo.
Sal. 19: 1-4; Rom. 1: 32, e 2: 1, e 1: 19-20, e 2: 14-15; I Cor. 1:21, e 2:13-14; Heb. 1:1-2; Luc. 1:3-4; Rom. 15:4; Mat. 4:4, 7, 10; Isa. 8: 20; I Tim. 3: I5; II Pedro 1: 19.

FÉ CRISTÃ E O Catecismo Maior de Westminster

Catecismo Maior de Westminster

1. Qual é o fim supremo e principal do homem?
Resposta. O fim supremo e principal do homem e glorificar a Deus e gozá-lo para sempre.
Rom. 11:36; 1 Cor. 10:31; Sal. 73:24-26; João 17:22-24. 


2. Donde se infere que há um Deus?
A própria luz da natureza no espírito do homem e as obras de Deus claramente manifestam que existe um Deus; porém só a sua Palavra e o seu Espírito o revelam de um modo suficiente e eficazmente aos homens para a sua salvação
Rom. 1:19-20; 1 Cor. 2:9-10: II Tim. 3,15-17. 

FÉ CRISTÃ - CANONES DE DORT REFUTADO


Os Cânones de Dort(1618-1619)



CAPÍTULO 1
A DIVINA ELEIÇÃO E REPROVAÇÃO

1. Todos os homens pecaram em Adão, estão debaixo da maldição de Deus e são condenados à morte eterna. Por isso Deus não teria feito injustiça a ninguém se Ele tivesse resolvido deixar toda a raça humana no pecado e sob a maldição e condená-la por causa do seu pecado, de acordo com estas palavras do apóstolo: "... para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus... pois todos pecaram e carecem da glória de Deus...", e:"...o salário do pecado é a morte..." (Rom. 3:19,23; 6:23).
2. Mas "Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo...", "...para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (I Jo 4:9; Jo 3:16).
3. Para que os homens sejam conduzidos à fé, Deus envia, em sua misericórdia, mensageiros desta mensagem muito alegre a quem e quando Ele quer. Pelo ministério deles, os homens são chamados ao arrependimento e à fé no Cristo crucificado. Porque "...como crerão naquele de quem nada ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados?..." (Rom. 10:14, 15).
4. A ira de Deus permanece sobre aqueles que não crêem neste Evangelho. Mas aqueles que o aceitam e abraçam Jesus, o Salvador, com uma fé verdadeira e viva, são redimidos por Ele da ira de Deus e da perdição, e presenteados com a vida eterna (Jo 3:36; Mc 16:16).
5. Em Deus não está, de forma alguma, a causa ou culpa desta incredulidade. O homem tem a culpa dela, tal como de todos os demais pecados. Mas a fé em Jesus Cristo e também a salvação por meio dEle são dons gratuitos de Deus, como está escrito: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus..." (Ef 2:8). Semelhantemente, "Porque vos foi concedida a graça de..." crer em Cristo (Fp 1:29).

CALVINISMO E FÉ CRISTÃ - VOCÊ CONHECE O TULIP ?


TULIP - Acróstico formado pelas iniciais em inglês.

Depravação Total (Total Depravity)
Eleição Incondicional (Unconditional Election)
Expiação Limitada (Limited Atonement)
Graça Irresistível (Irresistible Grace)
Perseverança dos Santos (Perseverance of the Saints)

T

A Bíblia diz que Deus criou o primeiro homem, Adão, à Sua imagem e semelhança. Deus fez um pacto com esse homem a fim de que, através da obediência aos Seus mandamentos, este pudesse obter vida. Contudo, o homem falhou desobedecendo a Deus deliberadamente, fazendo uso do seu livre-arbítrio, rebelando-se contra o seu Criador. Este pecado inicial de desobediência (conhecido como a Queda do Homem) resultou em morte espiritual e ruptura na ligação de sua alma com Deus, o que mais tarde trouxe também sua morte física. Sendo Adão o representante de toda a raça humana, todos caímos com ele e fomos afetados pela mesma corrupção do pecado. Tornamo-nos objetos da justa ira de Deus e a morte passou a todos os homens.Toda a humanidade herdou a culpa do pecado de Adão e por isso todos nascemos totalmente depravados e espiritualmente mortos. A morte espiritual não quer dizer que o espírito humano esteja inativo, mas sim que o homem é culpado (tem um passado manchado) e corrupto (possui uma natureza má). A depravação total não quer dizer que os homens são intensivamente maus (que somos tão maus quanto poderíamos ser), mas sim que somos extensivamente maus (todo o nosso ser, intelecto, emoções e vontade estão corrompidos pelo pecado).A depravação total também significa que o homem possui uma inabilidade total para restaurar o relacionamento com seu Criador. Por causa da depravação, o homem natural, por si mesmo, é totalmente incapaz de crer verdadeiramente em Deus. O pecador está morto, cego e surdo para as coisas espirituais. Desde a Queda o homem perdeu o seu livre-arbítrio e passou a ser escravo de sua natureza corrompida e por isso ele é incapaz de escolher o bem em questões espirituais. Todas as falsas religiões são tentativas do homem de construir para si um deus que lhe seja propício. Porém, todas essas tentativas erram o alvo, pois o homem natural por si mesmo não quer buscar o verdadeiro Deus.Devido ao estado de depravação do homem, se Deus não tomasse a iniciativa de salvá-lo, ele continuaria morto eternamente. O homem natural sem o conhecimento de Deus jamais chegará a este conhecimento se Deus não ressuscitá-lo espiritualmente através de Jesus Cristo.

REFERÊNCIAS BÍBLICAS: Gn 2:17; Gn 6:5; Gn 8:21 / 1Rs 8:46 / Jo 14:4 / Sl 51:5 / Sl 58:3 / Ec 7:20 Is 64:6 / Jr 4:22; Jr 9:5-6; Jr 13:23; Jr 17:9 / Jo 3:3; Jo 3:19; Jo 3:36;Jo 5:42; Jo 8:43,44 / Rm 3:10-11; Rm 5:12; Rm 7:18, 23; Rm 8:7 /1Co 2:14 / 2Co 4:4 / Ef 2:3 / Ef 4:18 / 2Tm 2:25-26 / 2Tm 3:2-4 / Tt 1:15

FÉ CRISTÃ - CINCOS SOLAS DA REFORMA PROTESTANTE

Declaração de Fé

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Sola Scriptura: Reafirmo a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado. Nego que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a conciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.

Solus Christus: Afirmo que nossa salvação é realizada pela obra mediatória do Cristo Jesus. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai. Nego que o Evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.

FÉ CRISTÃ - VOCÊ CONHECE O CATECISMO DE WESTMINSTER?

Breve Catecismo de Westminster




PERGUNTA 1. Qual é o fim principal do homem?
RESPOSTA. O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre.
Referências: Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3.

PERGUNTA 2. Que regra deu Deus para nos dirigir na maneira de o glorificar e gozar?
R. A Palavra de Deus, que se acha nas Escrituras do Velho e do Novo Testamentos, é a única regra para nos dirigir na maneira de o glorificar e gozar.
Ref. Lc 24.27, 44; 2Pe 3.2, 15-16; 2Tm 3.15-17; Lc 16.29-31; Gl 1.8-9; Jo 15.10-11; Is 8.20; Hb 1:1 comparado com Lc 1.1-4 e Jo 20.30-31.
PERGUNTA 3. Qual é a coisa principal que as Escrituras nos ensinam?
R. A coisa principal que as Escrituras nos ensinam é o que o homem deve crer acerca de Deus, o dever que Deus requer do homem.
Ref. Jo 5.39; 20.31; Sl 119.105; Rm 15.4; 1Co 10.11.

PERGUNTA 4. Quem é Deus?
R. Deus é espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade.
Ref. Jo 4.24; Ex 3.14; Sl 145.3; 90.2; Tg 1.17; Rm 11.33; Gn 17.1, Ap 4.8; Ex 34.6-7.