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sexta-feira, 26 de abril de 2013

SERÁ O ANTI-CRISTO?


Seita queima bebê vivo por acreditar que seria o anticristo; Polícia prende quatro integrantes do grupo e ainda busca líder


Um ritual de sacrifício, que culminou com a morte de um recém nascido, levou a polícia chilena a prender quatro pessoas na última quinta-feira, 25 de abril.
Os presos eram integrantes de uma seita, e queimaram vivo o bebê de três dias porque o líder do grupo acreditava que recém nascido era o anticristo.

sábado, 20 de abril de 2013

BIOGRAFIA DE William Marrion Branham



William Marrion Branham - Tabernáculo da Fé


Pouco material escrito existe sobre essa seita e sobre o seu fundador, Willíam Marrion Branham, que não deve ser confundido com o instituidor do Bramanismo. Se existe pouco material escrito, não existem poucas igrejas que foram atingidas pelo impacto da seita, dividindo-se e perdendo diversos de seus membros. O nome Tabernáculo da Fé se originou do fato de Branham pregar em tendas e ali operar muitos milagres de cura. 

TABERNÁCULO DA FÉ


Doutrinas do Tabernáculo da Fé 

I - PRINCIPAIS DOUTRINAS DO TABERNÁCULO DA FÉ

1. SETE ERAS DA IGREJA?

Tabernáculo: "Como a primeira explosão de uma vela romana, as Eras da Igreja chegam com uma poderosa iluminação, inicial, sem a qual não poderia haver mais luz. Porém, uma vez que o brilho das Sete Eras da Igreja é dado por Revelação Divina, segue luz sobre luz, até que a revelação completa se abra amplamente ante nossos olhos maravilhados (As sete eras da igreja, introdução, p.1)."
"Agora, eu digo que este livro de Revelação é a revelação de Jesus e o que Ele está fazendo através das Sete Eras da Igreja. É uma revelação porque os próprios discípulos não conheciam estas verdades registradas. Não lhes havia sido previamente revelado (As sete eras da igreja”, introdução, v. 9, p.5)."
"Se nós voltássemos a viver a era de Lutero, nós olhamos aqui atrás nela - naquela era, nós vemos exatamente, na era de Sardes, que Lutero foi o mensageiro, exatamente, com o cavalo que saiu, com o restante disto foi naquela era. Nós encontramos na era de Wesley, a era de Filadélfia. Nós encontramos aquela grande era de reavivamento que prosseguiu, amor fraternal, nós encontramos Wesley exatamente no lugar onde a Bíblia disse que ele estava. (O Cristo identificado de todas as eras, v. 136 e 137)."

quarta-feira, 17 de abril de 2013

AFRICANOS E NOÉ




JAFÉ, CAM E SEM
Capítulo 10


1 Estas, pois, são as gerações dos filhos de Noé: Sem, Cam e Jafé; e nasceram-lhes filhos depois do dilúvio.
2 Os filhos de Jafé são: Gomer, e Magogue, e Madai, e Javã, e Tubal, e Meseque, e Tiras.
3 E os filhos de Gomer são: Asquenaz, e Rifate, e Togarma.
4 E os filhos de Javã são: Elisá, e Társis, e Quitim, e Dodanim.
5 Por estes, foram repartidas as ilhas das nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações.
6 E os filhos de Cam são: Cuxe, e Mizraim, e Pute, e Canaã.
7 E os filhos de Cuxe são: Sebá, e Havilá, e Sabtá, e Raamá, e Sabtecá; e os filhos de Raamá são: Sabá e Dedã.
8 E Cuxe gerou a Ninrode; este começou a ser poderoso na terra.

terça-feira, 16 de abril de 2013

CASAMENTO E DIVÓRCIO NA BÍBLIA



Casamento, Divórcio e Novo Casamento: uma perspectiva bíblica

Por Fernando Ferreira de Sousa 

Introdução 
“Polêmico”, o assunto é “polêmico”! Este vocábulo é empregado com freqüência quando o assunto de casamento, divórcio e novo casamento é abordado, porém não podemos desconsiderar a importância de definirmos uma posição a este respeito.
Todos os pastores e líderes responsáveis por ensinar a Bíblia para o rebanho precisam ter uma posição clara sobre este assunto tão importante para os nossos dias, pois cada vez mais o assunto surge ao nosso redor e dentro das igrejas evangélicas. Na verdade, até mesmo as denominações e movimentos evangélicos deveriam ter uma posição por escrito sobre este assunto.
Neste breve artigo pretendemos expressar uma posição bíblica sobre casamento, divórcio e novo casamento e para evidenciar que a posição é evangélica e conservadora alguns teólogos e exegetas serão citados como fundamentos teóricos. Começaremos com uma abordagem sobre a definição de casamento para depois tratarmos dos tópicos divórcio e novo casamento e suas aplicações para a vida cristã.

domingo, 14 de abril de 2013

UM HOMEM CHAMADO DAVE HUNT




A morte de Dave Hunt

"Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé" (2 Timóteo 4.7).

Depois de uma prolongada enfermidade, nosso querido amigo Dave Hunt finalmente alcançou seu alvo em 5 de abril de 2013. O versículo acima expressa apropriadamente sua vida e obra. Ele realmente combateu o bom combate. Dave defendeu corajosamente os princípios fundamentais da Sagrada Escritura. Foi uma luta marcada por muita oposição, mas ele concluiu o seu chamado. Os livros que escreveu continuarão testemunhando de sua fé inabalável em seu Senhor, que manteve até o final. Para Dave Hunt não há mais oposição, nem luta, nem lágrimas, nem sofrimento, nem decepções, e o tempo não mais existe.

JESUS, O MITO.







JESUS 'NASCEU DE VÁRIOS MITOS


Jesus não é só um mito. São vários mitos, desde Hórus, do Antigo Egito, até Zoroastro, da antiga Pérsia, passando por Mitra, ou o Deus solar de Akhenaton e o Símbolo-Eon, de que fala Jung na Psicologia da Religião e em Aion , o Simbolismo do Si Mesmo.O fato é que, como todos os mitos, ele porta características sincréticas, de aglutinação, justaposição, superposição, substituição e até de oposição. Daí Jung, em Resposta a Jó , ter descoberto que Satanás é o inconsciente de Deus.

O QUE É EUTIQUIANISMO?




HERESIAS HISTÓRICAS EUTIQUIANISMO


Também conhecida por Monofisismo, esta concepção de Cristo, formulada por Eutiques (ou Êutico, 378-454 d.C.), que fora líder de um mosteiro em Constantinopla. O Eutiquianismo ensinava que a natureza divina de Jesus havia absorvido a natureza humana, gerando conseqüentemente um ser com uma terceira natureza. Esta doutrina é preocupante pois anula Cristo como verdadeiro Deus e como verdadeiro homem, o único que pode nos trazer salvação. Este falso ensino foi refutado em 451 no Concílio de Calcedônia.

sábado, 13 de abril de 2013

IGREJA BATISTA - ORIGEM E CRENÇAS



O que é uma Igreja Batista?


A igreja batista nasceu a partir dos movimentos de reforma eclesiástica que agitaram o século 16. Mais especificamente, os batistas descendem da igreja inglesa que, com Henrique VIII, rompeu com o catolicismo romano, dando início à denominada Igreja Anglicana.
Para algumas pessoas que pertenciam à Igreja Anglicana, a reforma de Henrique VIII devia ser mais ampla, indo além de questões institucionais e atingindo áreas de fé e doutrina. Esses grupos, por desejarem um retorno ao Novo Testamento em sua forma mais pura, foram chamados de puritanos.

SERIA MESMO JESUS CRISTO UM MITO?





A TEORIA DO MITO DE CRISTO

A teoria do mito de Cristo (também conhecido como Jesus mítico ou a hipótese da inexistência de Jesus) é a idéia de que Jesus de Nazaré não era uma pessoa histórica, mas sim um personagem fictício ou mitológico criado pela comunidade cristã primitiva [1][2][3][4]. Alguns proponentes alegam que os eventos ou frases associados com a figura de Jesus no Novo Testamento podem ter sido elaborado a partir de uma ou mais pessoas que realmente existiram, mas que nenhum deles era em nenhum sentido o fundador do cristianismo[5]. Praticamente todos os estudiosos envolvidos com a pesquisa do Jesus histórico acreditam que sua existência pode ser estabelecida usando documentos e outras evidências, embora a maioria sustenta que muito do material sobre ele no Novo Testamento não deve ser tomado ao pé da letra[6].

quinta-feira, 11 de abril de 2013

TEOLOGIA DA PROSPERIDADE - O INÍCIO.



Raízes históricas da teologia da prosperidade
Alderi Souza de Matos 
O evangelicalismo brasileiro apresenta características apreciáveis e preocupantes. Entre estas últimas está o gosto por novidades. Líderes e fiéis sentem que, para manter o interesse pelas coisas de Deus, é preciso que de tempos em tempos surja um ensino novo, uma nova ênfase ou experiência. Geralmente tais inovações têm sua origem nos Estados Unidos. Assim como outros países, o Brasil é um importador e consumidor de bens materiais e culturais norte-americanos. Isso ocorre também na área religiosa. Um movimento de origem americana que tem tido enorme receptividade no meio evangélico brasileiro desde os anos 80 é a chamada teologia da prosperidade. Também é conhecida como “confissão positiva”, “palavra da fé”, “movimento da fé” e “evangelho da saúde e da prosperidade”. A história das origens desse ensino revela aspectos questionáveis que devem servir de alerta para os que estão fascinados com ele. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

BIOGRAFIA DE JERONIMO SAVONAROLA



Jerônimo Savonarola:
      A vida do monge italiano Jerônimo Savonarola (1452-1498), geralmente apresentado como um dos precursores da Reforma do século XVI, abrangeu vários campos da atividade humana na cidade italiana de Florença. Existe, portanto, dificuldade em categorizá-lo. Teria sido ele um reformador, um político, um filósofo ou talvez um legislador?
resultado de 748 volumes. Pesquisa semelhante em algumas bibliotecas brasileiras mostrou a disponibilidade de apenas 10 volumes escritos sobre Savonarola, quase que a totalidade de procedência italiana, nenhum de autor brasileiro, e apenas um desses traduzido para o português.3 
    A dificuldade, entretanto, de se classificar e entender Savonarola não advém em função de parcas fontes de consulta. Poderíamos até dizer que a quantidade de obras escritas sobre Savonarola é razoável. Entretanto, as mais extensas biografias são do período romântico e tendem a extrapolar o mero registro dos fatos e introjetar uma visão idealizada ao biografado. Como já indicamos, as múltiplas atividades e ações atribuídas a Savonarola possibilitam que autores o apresentem à luz dos seus interesses específicos, dificultando uma visão isenta de sua obra e vida. Como exemplo, os 49 livros acima referidos estão divididos de acordo com o quadro demonstrativo a seguir:

BIOGRAFIA DOMissionário R. R. Soares





Romildo Ribeiro Soares, mas conhecido como R.R. Soares (Muniz Freire, 6 de dezembro de 1947), é um Missionário brasileiro, televangelista, cantor, compositor , fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus e quarto pastor mais rico do Brasil
Nascido no interior do estado do Espírito Santo, numa família pobre, teve de trabalhar desde a infância para ajudar a família. Em abril de 1964, Soares chegou ao Rio de Janeiro com sua família e foram residir na casa de seu tio Aderbal, em São Gonçalo.[2] Após ler o livro de T. L. Osborn, intitulado Curai os enfermos, expulsai os demônios, ele sentiu o impulso para a atividade religiosa e desistiu do que antes fora o seu sonho, que era estudar Medicina, pois lhe tinha sido prometida uma bolsa de estudos no curso de Medicina na Universidade Patrice Lumumba, em Moscou, naRússia.

BIOGRAFIA DE CAIO FÁBIO




Caio Fábio D'Araújo Filho mais conhecido apenas como Caio Fábio (Manaus, AM, 15 de março de 1955) é um pregador do Evangelho, escritor epsicanalista brasileiro. Foi o fundador e presidente da Associação Evangélica Brasileira (AEVB), e líder e mentor do Caminho da Graça (sediado emBrasília), grupo que possui sub-estações espalhadas pelo Brasil e pelo mundo.[carece de fontes]

BIOGRAFIA DO TEÓLOGO LOUIS BERKHOF





LOUIS BERKHOF (1873-1957) –  Escrito por J.D. Bratt

Teólogo reformado que nasceu na província holandesa de Drenthe. Os pais de Louis Berkhof pertenceram ao partido separatista pietista-ortodoxo (1834) da Igreja Reformada. (A teologia de Berkhof baseia-se mais em Herman Bavinck, do que compartilha deste grupo regional e religioso). A família emigrou para os Estados Unidos da América em 1882, estabelecendo-se em Grand Rapids, Michigan, onde Louis dedicou o restou de sua vida. Em 1900, ele graduou na Escola de Teologia da Igreja Cristã Reformada, em Grand Rapids, e entre os dois pastorados nesta denominação, fez em dois anos (1902-1904) um trabalho de pós-graduação em teologia no Seminário Teológico de Princeton. Em 1906, foi indicado para o Seminário Grand Rapids (posteriormente Seminário Teológico Calvin), onde serviu o restante de sua carreira como professor de teologia bíblica (1906-1914), de Novo Testamento (1914-1926) e teologia sistemática (1926-1944). De 1931 a 1944 ele serviu como presidente daquela instituição.[1]

COMPOSIÇÃO DO HOMEM





TRICOTOMIA VERSUS DICOTOMIA:
 ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DA NATUREZA HUMANA

Muito se falou ao longo dos anos a respeito de como o homem é constituído na sua natureza. É de nosso interesse, nesse pequeno texto apenas a opinião Cristã a respeito do referido tema.A igreja cristã tem estado dividida quanto à natureza constitutiva do homem. Alguns advogam que o homem é constituído de corpo, alma e espírito. Essa posição é conhecida como“tricotomia”. A posição que entende o homem tripartido originou-se entre os gregos, eles entendiam a relação mútua entre corpo e o espírito do homem segundo a analogia da mútua relação entre o universo material de Deus.

Os gregos pensavam que o corpo e a alma só podiam comunicar-se por meio de uma terceira substância ou de um ser intermediário, o qual para eles era a alma. Quando a alma se relaciona com a mente (Nous), era tida como imortal, quando se relacionava como o corpo, como o carnal é mortal. A forma mais comum de apresentação do conceito tricotômico é a que considera o corpo como parte material da natureza humana, a alma como princípio da vida animal e o espírito como o elemento racional responsável pela relação como o divino. Embora essa posição seja a mais popular entre os cristãos de nosso tempo, parece não recebe apóio das Escrituras como veremos a seguir.

A bíblia claramente expressa uma opinião de cunhdicotômica quanto à constituição da natureza humana. Na verdade a bíblia nos convida a ver a natureza do homem como uma unidade e não como uma dualidade consistente de dois elementos diferentes, cada um dos quais movendo-se ao longo de linhas paralelas. A idéia deste paralelismo entre dois elementos da natureza humana é inteiramente alheia à Escritura.

Embora reconhecendo a complexa natureza humana, ela nunca a expõe como redundando num duplo sujeito no homem. Cada ato do homem é visto como um ato do homem todo. Não é a alma, e sim, o homem, corpo e alma, que é redimido em Cristo. Esta unidade já acha expressão na passagem clássica do Velho Testamento – a primeira passagem a indicar a complexa natureza do homem – a saber, Gn 2.7: “Então formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra, e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”. A passagem toda trata do homem: “Formou o Senhor Deus ao homem... e o homem passou a ser alma vivente”. Esta obra realizada por Deus não deve ser interpretada como um processo mecânico, como se Ele tivesse formado primeiro o corpo do homem e depois tivesse posto nele uma alma. Quando Deus formou o corpo, formou-o de modo que, pelo sopro do Seu Espírito Santo, o homem se tornou imediatamente alma vivente, Jó 33.4; 32.8. A palavra “alma”, em Gn 2.7, não tem o sentido que geralmente lhe atribuímos – sentido deveras alheio ao Velho Testamento – mas denota um ser vivo, e é a descrição do homem completo. Exatamente a mesma expressão hebraica, nephesh hayyah (alma ou ser vivente) é aplicada também aos animais em Gn 1.21, 24, 30. Assim, esta passagem, embora indicando que há dois elementos no homem, dá ênfase, porém, a unidade orgânica do homem.

Ao mesmo tempo, ela contém igualmente provas da composição dual da natureza. Contudo, devemos acautelar-nos quanto a esperar ver no Velho Testamento a distinção posterior entre o corpo, como o elemento material, e a alma, como o elemento espiritual da natureza humana. Esta distinção entrou em uso mais tarde, sob a influência da filosofia grega. A antítese – alma e corpo – mesmo em seu sentido neotestamentário, não se acha no velho testamento. De fato, o hebraico não tem uma palavra para o corpo como organismo. A distinção veterotestamentária dos dois elementos da natureza humana é de diferente espécie. Em sua obra sobre A Doutrina Bíblica do Homem, diz Laidlaw: “Vê-se com clareza que a antítese é entre o inferior e o superior, o terreno e o celeste, o animal e o divino. Não se trata tanto de dois elementos, mas de dois fatores que se unem, com uma resultante única e harmoniosa – ‘o homem passou a ser alma vivente’”. É evidente que é essa a distinção presente em Gn 2.7. Cf.também Jó 27.3; 32.8; 33.4; Ec 12.7. Várias palavras são empregadas no Velho Testamento para indicar o elemento inferior do homem ou partes dele, como “carne”, “pó”, “ossos”, “entranha”, “rins”, e também a expressão metafórica de Jó 4.19, “casas de barro”. Há também diversas palavras que indicam o elemento superior, como “espírito”, “alma”, “coração” e “mente”. Tão logo passamos do Velho para o Novo testamento, encontramos as expressões antitéticas com que estamos mais familiarizados, como “corpo e alma”, “carne e espírito”. As palavras gregas correspondentes foram, sem dúvida, moldadas pelo pensamento filosófico grego, mas passaram para o Novo testamento por intermédio da Septuaginta e, portanto, retiveram a sua ênfase veterotestamentária. Ao mesmo tempo, a idéia antitética do material e o imaterial atualmente se liga a elas.

Os tricotomistas procuram suporte no fato de que a Bíblia, como eles a vêem, reconhece duas partes constitutivas da natureza humana em acréscimo ao elemento inferior ou material, a saber, a alma (hebraico, nephesh; grego, psyque) e o espírito (hebraico, ruah; grego, pneuma ). Mas o fato de serem empregados esses termos com grande freqüência na escritura não dá base para a conclusão de que designam partes componentes, em vez de aspectos diferentes da natureza humana. Um cuidadoso estudo da Escritura mostra claramente que ela emprega as palavras umas pelas outras, em permuta recíproca. Ambos os termos indicam o elemento superior ou espiritual do homem, vendo-o, porém, de diferentes pontos de vista. Contudo, é preciso mostrar logo de início que a distinção que a Escritura faz entre os dois não concorda com o que é mais comum na filosofia, de que a alma é o elemento espiritual do homem, conforme se relaciona com o mundo animal, enquanto que o espírito é aquele mesmo elemento em sua relação com o mundo espiritual superior, e com Deus. Os seguintes fatos militam contra essa distinção filosófica: Ruah-pneuma, bem como nephesh-psyque, são empregados com referência à criação animal inferior, Ec 3.21; Ap 16.3. A palavra psyque é empregada até com referencia a Jeová, Is 42.1; Jr 9.9; Am 6.8 (texto hebraico); Hb 10.38. Os mortos desencarnados são chamados psyqai,Ap 6.9; 20.4. Os mais elevados exercícios da religião são atribuídos à psyque, Mc 12.30; Lc 1.46; Hb 6.18, 19; Tg 1.21. Perder a psyque é perder tudo. É mais que evidente que a Bíblia emprega as duas palavras uma pela outra, permutando-as reciprocamente. Observa-se o paralelismo em Lc 1.46, 47: “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador”. A fórmula escriturística para designar o homem é, nalgumas passagens, “corpo e alma”, Mt 6.25; 10.28; e noutras, “corpo e espírito”, Ec 12.7; 1 Co 5.3, 5. Às vezes a morte é descrita como a entrega da alma, Gn 35.18; 1 Rs 17.21; At 15.26; e também como a entrega do espírito, Sl 31.5; Lc 23.46; At 7.59. Além disso, tanto “alma” como “espírito”são empregados para designar o elemento imaterial do homem, 1 Pe 3.19; Hb 12.23; Ap 6.9; 20.4. A principal distinção feita pela Escritura é como segue: a palavra “espírito”designa o elemento espiritual do homem como o princípio de vida e ação que domina e dirige o corpo; ao passo que a palavra “alma” denomina o mesmo elemento como o sujeito da ação no homem e, portanto, muitas vezes é empregada em lugar do pronome pessoal no Velho Testamento, Sl 10.1, 2; 104.1; 146.1; Is 42.1; cf, também Lc 12.19. Em diversos casos, designa mais especificamente a vida interior como a sede dos sentimentos. Isso tudo está em completa harmonia com Gn 2.7, “o Senhor Deus...lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”. Assim, pode dizer que o homem tem espírito, mas é alma. Portanto, a Bíblia indica dois, e somente dois, elementos constitutivos da natureza humana, a saber, corpo e espírito ou alma. Esta descrição escriturística harmoniza-se também com a consciência própria do homem. Enquanto que o homem tem consciência do fato de que consiste de um elemento material e de um elemento espiritual, nenhum homem tem consciência de possuir alma em distinção do espírito.

Há, porém, duas passagens que parecem estar em conflito com a usual descrição dicotômica da Escritura, a saber, 1 Ts 5.23, “O mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo, sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”; e Hb 4.12, “porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração”. Deve-se notar, porém, que: (a) É boa regra de exegese que as afirmações excepcionais sejam interpretadas à luz da analogia Scripturae, ou seja, da apresentação usual da Escritura. Em vista deste fato, alguns dos defensores da tricotomia admitem que essas passagens não provam necessariamente a posição deles. (b) A simples menção dos termos espírito e alma um ao lado do outro não prova que, segundo a escritura, são duas substâncias distintas, como também Mt 22.37 não prova que Jesus Considerava o coração, a alma e o entendimento como três substâncias distintas. (c) Em 1 Ts 5.23 o apóstolo deseja simplesmente fortalecer a afirmação: “O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo”,na qual se resumem os diferentes aspectos da existência do homem, e na qual o apóstolo se sente perfeitamente livre para mencionar os termos alma e espírito um ao lado do outro, porque a Bíblia distingue entre ambos. Ele não poderia ter pensado na alma e no corpo como duas substâncias diferentes, porquanto noutros lugares da Escritura diz ele que o homem consiste de duas partes, Rm 8.10; 1 Co 5.5; 7.34; 2 Co 7.1; Ef 2.3; Cl 2.5. (d) Hb 4.12 não deve ser entendido no sentido de que a palavra de Deus, penetrando no íntimo do homem, faz separação entre a sua alma e o seu espírito, o que naturalmente implicaria que são dias substâncias diferentes; mas simplesmente no sentido de uma declaração de que ela produz uma separação entre os pensamentos e as intenções do coração.

Fonte: Louis Berkhof (Teologia Sistemática).

terça-feira, 9 de abril de 2013

SE EU TE ADORAR

Simples Ovelha: Esta frase lhe inspira?: " SE EU TE ADORAR POR MEDO DO INFERNO, QUE EU QUEIME NO INFERNO, SE EU TE ADORAR PELO PARAÍSO, EXCLUA-ME DO PARAÍSO, MAS SE EU TE AD...

segunda-feira, 8 de abril de 2013

MOBILIZAÇÃO GERAL - ALGUMAS FOTOS


MOMENTOS ESPECIAIS NA VIDA DO PROFESSOR GILDELANIO


ANIVERSÁRIO DOS JOVENS DA IG, CONGREGACIONAL - MALVINAS EM CG


TURMINHA DO MESTRADO EM TEOLOGIA NA JUVEP


AMIGOS AFRICANOS NA AULA DA SAUDADE DO CURSO DE TEOLOGIA


DIACONIA CRISTA - CURSO MINISTRADO NA IBM EM CRUZ DAS ARMAS


EBF EM CAMPINA GRANDE


CONGRESSO DE JOVENS DA MOBINE EM CAMPINA


CONGRESSO DE JOVENS DA ACEV EM JOAO PESSOA


CURSO DE LIDERANÇA AVANÇADA NO INSTITUTO HAGGAI


PREGAÇÃO EM SANTA CRUZ DE PERNAMBUCO NO ANIVERSARIO DOS JOVENS


ANIVERSARIO DO GRUPO INFANTIL DA IBC EM BAYEUX


FESTA MOCIDADE DA IBR EM VALENTINA

O CRISTAO E A DEPRESSÃO - ALGUMAS FOTOS

 MOMENTOS DA PALESTRA SOBRE O CRISTÃO E A DEPRESSÃO NO IBN EM MANDACARU- J. PESSOA-PB








EVANGELISMO INTENSIVO


CARTAZ DO CURSO DE EVANGELISMO EM CAMPINA GRANDE-PB







ALGUNS MOMENTOS ESPECIAIS

FOTOS EXTRAS QUE ME ENVIARAM DE ALGUNS MOMENTOS MISSIONÁRIOS DE EVANGELIZAÇÃO E PALESTRAS DIVERSAS.


EM SOLEDADE - PB






EM ESPERANÇA - PB




EM CABACEIRAS - PB

EM FORTALEZA - CE


EM CAMPINA GRANDE - PB

AS LEIS DO REI HAMURABI DA MESOPOTÂMIA DE 1700 AC



O Código de Hamurabi

O Código de Hamurabi, o qual pode ser escrito Hamurábi ou Hammurabi, representa conjunto de leis escritas, sendo um dos exemplos mais bem preservados desse tipo de texto oriundo da Mesopotâmia. Acredita-se que foi escrito pelo rei Hamurábi, aproximadamente em 1700 a.C.. Foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente a cidade de Susa, atual Irã.
É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A numeração vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições da época. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O QUE É A NOVA ERA?



Nova Era e Suas Implicações (Lilian La Torraca)

I. INTRODUÇÃO
O estudo sobre o movi mento Nova Era somente torna-se compreensível quando feito no contexto das profecias bíblicas, pois os propósitos desse movimento dizem respeito aos acontecimentos profetizados por Jesus e os apóstolos.
Entre as profecias de grande importância para a nossa época encontram-se os acontecimentos que estão preditos em 2 Tessalonicenses 2. Este capítulo trata resumidamente da vinda do Senhor e da nossa reunião com ele (arrebatamento), e da vinda do homem do pecado, ou seja, do anticristo. Dentre esses assuntos, destacam-se os seguintes fatos:

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DICAS DE APOLOGÉTICA



Cinco visões sobre Apologética


O livro Five Views on Apologetics [Cinco Visões sobre Apologética], editado por Steven B. Cowan, leva o leitor a comparar e contrastar formas diferentes de “fazer” apologética:
O objetivo da apologética é responder persuasivamente objeções honestas que mantém as pessoas longe da fé em Jesus Cristo. O livro Five Views on Apologetics examina o “como fazer” da apologética, colocando cinco visões importantes sob o microscópio: clássica, evidencial, pressuposicional, epistemologia reformada e caso cumulativo. Oferecendo um fórum para apresentação, crítica e defesa, este livro permite que os contribuintes interajam com os pontos de vista diferentes. 4 ª capa, Five Views on Apologetics.

terça-feira, 2 de abril de 2013

PARA ONDE VAMOS DEPOIS QUE MORREMOS?



O Estado Intermediário dos Mortos


Para onde as pessoas vão ao morrerem? Esta é uma pergunta intrigante que todos fazem em algum momento da vida. A Bíblia nos fala do juízo final, quando todos serão encaminhados para seus lugares eternos: o céu ou o lago de fogo. E antes desse julgamento? Onde estarão os mortos? Haverá um tipo de "sala de espera" do tribunal de Cristo? Em busca de resposta a essa questões empreenderemos este estudo acerca do Estado Intermediário dos Mortos.

PODEMOS CONFIAR NO NOVO TESTAMENTO?




O CÂNON DO NOVO TESTAMENTO


Ao Novo Testamento pertencem os 27 livros que foram analisados nesta Introdução. Desde o século IV é costume nas igrejas cristãs de todas as denominações chamar essa lista de escritos de cânon do Novo Testamento.
A palavra grega kanon significa vara, cano. Disso surgiu o significado régua ou medida-padrão dos carpinteiros. No sentido derivado, a palavra foi depois aplicada para se designar uma regra ou regulamento.
Quando no século IV a palavra passou a ser adotada para os escritos do Novo Testamento, tratava-se do padrão segundo o qual os escritos eram universalmente reconhecidos como apostólicos e poderiam, portanto, ser lidos nos cultos em todas as igrejas cristãs.
Hoje o termo é usado para designar a diferença entre os escritos que são fundamento para a fé, o ensino e a vida das igrejas cristãs, e os outros escritos dos primeiros tempos que servem simplesmente como documentos da história da igreja ou da história das heresias.
Em seguida queremos descrever os diversos estágios da formação do cânon e apresentar os critérios usados pela igreja antiga nas suas decisões. A última questão trata da importância que esse cânon concluído no século IV tem para as igrejas cristãs de hoje.